Conta-se que numa pequena localidade do interior, alguns indivíduos divertiam-se com o idiota da aldeia, um pobre coitado que ficava a dever algo à inteligência, que vivia de pequenos biscates e sobretudo de esmolas. Diariamente, eles chamavam o idiota à taberna onde se juntavam, davam-lhe a escolher entre duas moedas - uma grande de 50 cêntimos e outra menor de 1 euro - e ele escolhia sempre a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos e chacota para todos. Certo dia, um dos indivíduos chamou-o e perguntou-lhe se ainda não tinha percebido que a moeda maior valia menos. " Eu sei, " - respondeu o homem que não era tão assim tão idiota - " ela vale metade, mas no dia em que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou receber mais nenhuma moeda. " Quem é que estava a fazer papel de idiota? O idiota nem sempre é aquele que parece . "O maior prazer de um homem inteligente é fazer-se de idiota diante de um idiota que se faz de inteligente...
9 anos... 9 anos que não te vejo, que não te sinto, que não te oiço... 9 anos de saudade que teima em aumentar. Um dia, há muitos anos atrás quando a avó Zé morreu, eu escrevi uma carta para ela, e tu uns anos mais tarde, perguntaste-me se quando morresses eu também escreveria uma a dizer o que sentia. Sabes que mostrar sentimentos nunca foi o meu forte, mas eu sei que tu sabes que sempre te amei. Não te vejo, não te oiço, mas sei que estás comigo. Mais que avó foste a melhor mãe do mundo, a melhor avó, a melhor madrinha e a melhor amiga. Sem ti não seria a pessoa que hoje sou. Posso não ter riqueza mas tenho a maior riqueza que foste tu que ma deixaste, a educação. Obrigada por me teres educado tão bem, sem ti hoje de certeza que não seria a mesma pessoa Olha sempre por nós. AMO-TE para todo o sempre
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